Plano de Saúde | Reajuste por Sinistralidade

A sinistralidade pesa no reajuste do plano de saúde empresarialSua empresa precisa oferecer o programa de benefícios para atrair e reter talentos, por outro lado não quer gastar muito, e, para piorar chega a notícia de que a operadora quer um reajuste por sinistralidade. E agora?

A Sinistralidade no Plano de Saúde

Todo seguro parte do principio do mutualismo, o que quer dizer que um grupo de empresas ou de pessoas se une para suportar o prejuízo causado por um deles. No caso do plano de saúde, a soma do valor pago por todas as pessoas dará o valor necessário para custear o uso de alguns. A Agência Nacional de Saúde (ANS) determina que os planos devem ter um ponto de equilíbrio em torno de 70%, traduzindo: a soma dos gastos não pode ultrapassar 70% do valor pago por todos, do contrário, a operadora estará no vermelho. Este limite técnico é a sinistralidade.

:: Receba os artigos direto no seu e-mail assinando gratuitamente o Feed.

A legislação dos planos de saúde empresariais prevê três tipos de reajustes: a mudança de faixa etária, o reajuste por sinistralidade ou técnico e o reajuste comercial, fruto da livre negociação. No primeiro o cliente não pode fazer nada, mas nos outros dois casos uma é capaz de prever, controlar e até mesmo impedir um reajuste.

Quando a empresa contrata um plano de saúde, ela na verdade contrata o uso do serviço mais a . O que ocorre é que muitas vezes o corretor ou a corretora que vendeu o plano não tem capacidade técnica para fazer a gestão do risco e é, quase sempre, neste caso que a sinistralidade foge do controle.

Porque cabe à gestão do risco fazer o monitoramento, identificar problemas e sugerir ao RH as ações pertinentes para reverter o quadro e manter o plano de saúde dentro do padrão de normalidade. Mas o índice de sinistralidade não é de todo ruim, através dele pode-se obter um perfil bastante real da saúde dos colaboradores e revelar também algumas irregularidades ligadas ao .

Programa de Benefícios

Deixar de oferecer o programa de benefícios é um problema, em alguns casos até mesmo legal, mas também ficar suportando altos custos é complicado. A saída é realmente buscar ajuda para entender o que pode ser feito, se o plano de saúde oferecido não está além da necessidade real dos seus colaboradores, etc. Outro detalhe muito importante e que pesa no custo é a tributação de cada empresa. Seguros saúde recebem taxação do IOF de 2,38% sobre a fatura; cooperativas médicas sofrem a incidência do ISS sobre a fatura (que deve ser recolhido pelo contratante) e equivalerá a 4,55%; operadoras de saúde não tem taxação.

Receba as atualizações do Caminhando JuntoSe você gostou do artigo, envie para um amigo ou parceiro de negócios. E para receber as atualizações basta assinar o Feed do Caminhando Junto, seguir pelo Twitter ou cadastrar seu e-mail, o serviço é totalmente gratuito.

O jornalista, Adriano Carvalho fala para os profissionais de RH no Clube de RH de ExtremaQuer melhorar o desempenho de sua equipe? Precisa desenvolver os líderes na sua empresa? Conheça as palestras e workshops dos consultores Adriano Carvalho e André Lodi.


Este artigo pertence ao Caminhando Junto Blog.
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.