Network | Você tem cartão de visitas?

cartão_de_visita_é_essencialTenho sido convidado para aplicar workshops de marketing pessoal para grupos de RH’s e um indicador é regra: poucos tem e entregam o cartão de visitas. Por quê? Será que nos dias de hoje alguém ainda imagina que cartão de visitas é coisa de vendedor? Ou você simplesmente não quer ser lembrado?

Desde pequeno escuto a frase: “Só há uma oportunidade para se causar uma boa primeira impressão”. Claro que é possível recuperar uma imagem ao longo do tempo ou mesmo alterá-la por completo, mas e quando a primeira impressão é fundamental? Como numa entrevista de emprego ou apresentação profissional?

A primeira impressão é fundamental na busca de um objetivo ou na criação de sua marca pessoal. E a marca pessoal de qualquer profissional inclui algumas coisas simples como o cuidado com a roupa, a maneira de se apresentar e, claro, a entrega do cartão de visitas.

A propaganda mais barata que qualquer empresa pode fazer é oferecer aos seus funcionários um cartão de visitas de qualidade, simples, limpo e com todos os dados de contato. Ricardo Jordão é um especialista em apresentações de impacto e dá algumas dicas para um cartão bacana.

Nas minhas atividades, sempre dou oportunidade para que os presentes troquem cartões. Nem 10% o fazem, muitos confessam não ter levado e outros afirmam não ter. Nenhuma das desculpas serve. Se tem éliderança e networking para entregar, deixar guardado na gaveta é o mesmo que jogar dinheiro no lixo. Se não tem, faça. Com menos de R$ 100 você estará garantido por um bom tempo.

Afinal, após uma conversa com um cliente potencial ou parceiro de negócios, tudo o que você quer é ser lembrado. Claro que o cartão é uma ferramenta, sozinho não vai fazer com que a lembrança seja boa, mas é a maneira mais objetiva de ser encontrado. Aqui lembro de outra história, ainda na faculdade, quando a maior parte dos alunos não estava empregado onde gostaria, uma amiga me presentou com um pacote de cartões de visita, papel branco escrito em preto, simples. Trazia meu nome, a indicação que era estudante de Jornalismo e um telefone de contato. Quando recebi achei uma extravagância, mas gostava de entregar o cartão para todo mundo com quem conversava, até que aos poucos foram surgindo estágios e convites para trabalhos temporários.

Bem, se você não tem o hábito de entregar seu cartão, deixo outra frase para pensar: “tubarão nada com tubarão e sardinha nada com sardinha”.

Olá! Se você gostou do artigo, compartilhe com os amigos por e-mail ou pelas redes sociais. Assim você vai compartilhar conhecimento e ajuda a divulgar o Caminhando Junto. Obrigado!

Treinamento de Liderança e Motivação