ET de Varginha: você acredita em respostas fáceis?

Revista Isto É publica o resultado do Inquérito

Você acredita em respostas fáceis? Eu não. Prefiro quebrar a cabeça buscando respostas que realmente me convençam. O Caso do ET de Varginha é um exemplo. Pode parecer maluquice, pode parecer uma grande farsa. Mas eu estive lá, não vi o ET mas não posso dizer com certeza que nada aconteceu. Por semanas, a cidade ficou cheia de repórteres e pesquisadores, e, agora, 15 anos depois a Investigação do Exército diz que não houve nada?! Respostas fáceis… demais. 

Jornalista que participou da cobertura do ET de Varginha lança livro

Janeiro de 1996, uma notícia marcaria para sempre uma tradicional cidade mineira. O ET de Varginha levou o nome da cidade para o mundo, uma história associada à curiosidade, bom humor e muita especulação. Mais de 15 anos depois, uma simples pesquisa no Google resulta em 91.600 páginas falando do assunto. Mas de fato o que aconteceu?

O jornalista, Adriano Carvalho apenas começava sua carreira na principal emissora de TV da cidade e viveu de perto os principais lances do ET de Varginha. “O que começou como piada ganhou toques surreais quando a cidade foi invadida por jornalistas de várias partes do mundo, grupos de ufólogos e especialistas de todo tipo”, conta Adriano.

Ao longo do tempo a história foi apimentada com declarações, informações de outras cidades, envolvimento de vários órgãos até que foi considerada como o maior caso da ufologia mundial. Hoje, ET de Varginha é praticamente o sobrenome da cidade, com direito a uma nave espacial estacionada no centro da cidade.

Para o jornalista, sempre foi a história mais divertida nas rodas de conversa. “Tive a oportunidade de viajar muito e mesmo em outros países a curiosidade era certa. Falar do ET de Varginha era garantia de prender a atenção de todos, daí veio a idéia de escrever o livro”, explica.

Operação Cálix – A Aventura do ET de Varginha

O livro narra os eventos seguindo a cronologia oficial, mas e as perguntas sem respostas? Adriano Carvalho decidiu usar a criatividade para preencher os espaços vazios, mesclando ficção com realidade. “Para deixar o leitor decidir o que é real e o que não é, numa narrativa divertida, cheia de emoção e que aborda valores como tolerância, amizade, lealdade e ética”, comenta Adriano Carvalho.

O livro está á venda no Clube de Autores

 

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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.