Exportação ganha programa de incentivo no Espírito Santo

Primeira Exportação será lançado nesta sexta-feira no Espírito Santo
primeira_exportação O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Welber Barral, participa em Vitória, no Espiríto Santo, do lançamento do programa Primeira Exportação, nesta sexta-feira (6/8), com a assinatura de acordo de cooperação com a Secretaria de Desenvolvimento estadual. O objetivo do programa é aumentar a base exportadora brasileira com a participação de micro, pequenas e médias empresas, fornecendo acompanhamento sistematizado no processo de internacionalização de negócios.

O programa se desenvolve a partir da instituição de um comitê gestor, formado por entidades locais e nacionais envolvidas com o comércio exterior, e promove a capacitação de agentes para ir a campo e prestar assessoria técnica a empresas interessadas em exportar pela primeira vez. O processo é acompanhado pelas instituições gestoras por meio de um sistema informatizado que permite a visualização das etapas e dos produtos do trabalho em cada organização atendida.

A meta do programa para 2010 é iniciar a capacitação de 180 organizações do setor privado. Segundo Barral, este ano representa um momento de virada do Primeira Exportação, com a expansão do número de estados parceiros e de empresas participantes. “É um compromisso pactuado entre as instituições gestoras rumo a uma melhoria do ambiente de competitividade das exportações das empresas de pequeno e médio porte”, destaca o secretário.

Exportações capixabas

A participação do Espiríto Santo nas exportações apresenta melhora no comparativo do primeiro semestre de 2010, em relação ao mesmo período do ano anterior, e passou de 4,03% para 5,40%. Em relação ao volume total exportado, houve crescimento de US$ 2,82 bilhões para US$ 4,81 bilhões neste mesmo período e a economia capixaba passou da oitava para a sexta posição no comparativo com os demais estados.

Os principais produtos exportados pelo estado no primeiro semestre de ano foram minérios de ferro aglomerados e seus concentrados (US$ 2,210 bilhões), outros produtos semimanufaturados de ferro e aço (US$ 515 milhões), pasta química de madeira (US$ 480 milhões), óleos brutos de petróleo (US$ 448 milhões) e outros granitos trabalhados de outro modo (US$ 271 milhões).   

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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.