Qual destas mães se parece com você?

A história de duas mães e como suas escolhas determinam o futuro dos filhos

mae_e_filha Ana é a síntese da mulher moderna, advogada com uma formação impecável, cuida dos principais contratos de uma grande empresa imobiliária e faz jus a um considerável salário. Mãe de um menino de 14 anos, escolheu a dedo a escola e as atividades para ele, pois teve sempre a referência de uma infância sem luxos e dos pais se sacrificando para poder pagar uma escola particular para ela.

Maria Lúcia veio do Norte de Minas para São Paulo ainda menina, com a família. Aos 15 já era babá numa família de classe média alta, e com o tempo incorporou outras funções dentro da casa, aprendeu lavar, passar como ninguém uma camisa social e, claro, a cuidar dos filhos dos outros. Suas filhas cresceram com saudades da mãe, a mais velha agora com 17 já se prepara para o vestibular e a mais nova quer ser bailarina.

Ana levou Maria Lúcia para dentro de casa quando o filho nasceu, a confiança cresceu e hoje, a empregada é como parte da família. Logo que o menino completou o primeiro aniversário, o pai decidiu fazer uma previdência privada, mas Ana achou bobagem, entretanto, Maria Lúcia ficou interessada e levou para casa os folhetos que o patrão tinha trazido.

Depois de conversar com o marido, levou o projeto adiante e fez a previdência privada para as filhas. No inicio contribuía com 50 reais mensais, ela para a mais velha, o marido para a mais nova e, sempre que sobrava um dinheirinho, investiam no futuro das meninas.

Há um ano, o marido de Ana teve um diagnóstico de câncer, além de todo o abalo emocional, houve também um abalo financeiro. Afastado do trabalho por quase oito meses e fazendo uso de todas as economias, o dinheiro que estava aplicado para o futuro do filho, se foi.

A história que conto aqui é real, troquei apenas os nomes por uma questão de privacidade. É possível tirar várias lições, mas a principal delas é a responsabilidade com o futuro. Muitas de nossas escolhas não têm segunda chance e quando nos arrependemos é tarde. Então, não perca tempo. Informe-se, pergunte, pesquise, peça uma simulação, mas saia do lugar e tome uma atitude inteligente.

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Este artigo pertence ao Caminhando Junto Blog.
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