De Peito Aberto – A autoestima da mulher com câncer de mama

Depois de 4 anos rodando o Brasil, o Projeto DE PEITO ABERTO revela sua experiência de sucesso em livro e exposição fotográfica inéditos. Com fotos e depoimentos de pacientes, familiares, e médicos de todo o país, livro e exposição mostram como o "cuidar" humanizado pode mudar as perspectivas de um processo tão desafiador como o tratamento do câncer de mama.

Amanhã, 6 de abril, acontece o lançamento do Livro "De Peito Aberto – a autoestima da mulher com câncer de mama, uma experiência humanista", na Livraria Cultura – Arte, do Conjunto Nacional, em São Paulo, das 18h30min às 21h30min. A publicação é um projeto realizado pela jornalista Vera Golik e o fotógrafo Hugo Lenzi, com o selo da Editora Alaúde, patrocinado pelo Grupo sanofi-aventis com o apoio da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura. 

Uma jornada de sucesso – A concepção do projeto "De Peito Aberto" surgiu após a jornalista Vera Golik e o fotógrafo Hugo Lenzi vivenciarem casos de câncer em suas próprias famílias. Criar o projeto foi a forma encontrada pelos autores de transformar a experiência pessoal em algo ativo para sensibilizar e ajudar outras pessoas.

Desde que foi lançado, em 2006, o projeto "De Peito Aberto" é sucesso de público – atingiu mais de 500 mil pessoas no país -, quebrou paradigmas e mostrou a importância do diálogo e da humanização no tratamento no processo de recuperação. Agora, o conjunto da obra – imagens, depoimentos e diálogos – toma forma de um livro que tem tudo para emocionar e estimular outras mulheres a superar os desafios da luta contra o câncer.

Na obra, será possível descobrir fotos e histórias inéditas de mulheres, de vários locais do país, que enfrentaram ou ainda enfrentam o câncer de mama e novos depoimentos de médicos e profissionais de saúde que lidam com a doença. Em seus relatos, eles contam como a humanização do atendimento derruba barreiras e tornam mais amenas e mais naturais as relações entre profissionais de saúde, pacientes e familiares, com resultados efetivos na recuperação da autoestima da mulher e no próprio tratamento do câncer de mama. 

"Em cada cidade em que o Projeto esteve, novas histórias e fotos foram incluídas. Em todo país o denominador comum sempre foi o quanto o calor humano faz a diferença no resultado de uma jornada cheia de desafios. Encontramos mulheres, que em vez de se entregar, mostraram que são verdadeiras guerreiras. Médicos que não tratam apenas a doença, mas a pessoa. Profissionais de saúde que vão além de suas especialidades e se dedicam a compreender, ouvir, oferecer o ombro e o apoio tão necessário para quem passa por momentos tão difíceis", diz a jornalista Vera Golik.

Uma nova exposição fotográfica Sob o olhar da lente de Hugo Lenzi, na mostra fotográfica que agora acompanha o livro, o visitante caminha por mais de 60 painéis que revelam a história de mulheres de todo o Brasil, entre 24 e 70 anos, de diversas origens, etnias e classes sociais. Lenzi procurou captar as emoções vividas por essas "guerreiras" em cada uma das etapas do câncer: do choque diante do diagnóstico ao medo da perda dos símbolos femininos – cabelo, mama, libido e fertilidade – até o sentimento de vitória com a superação da doença.  "Nosso desafio foi registrar o universo feminino sob uma perspectiva mais humana e sensível e mostrar um novo aspecto a ser trabalhado. Um alerta, um apelo, para que os profissionais de saúde de todo o país enxerguem na paciente não apenas a doença, mas o ser humano completo", conta o fotógrafo Hugo Lenzi. 

Para a sanofi-aventis, que apoiou o projeto desde o seu início, inclusive na sua itinerância pelo país, o livro faz mais que o relato de uma jornada. "A obra deixa um legado de otimismo e de perseverança, além de sinalizar caminhos para que outros profissionais de saúde se inspirem nas experiências de acolhimento e de solidariedade que fizeram e fazem a diferença na vida dessas mulheres que merecem todo o nosso respeito", explica Cristina Moscardi, diretora de comunicação da sanofi-aventis.


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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.