Novela Viver a vida aborda a célula -tronco como cura da tetraplegia

A criança que Helena (Taís Araújo) e Marcos (José Mayer) esperam, chegará ao mundo com uma missão importantíssima. Segundo corre nos bastidores da novela Viver a Vida, o bebê deverá ajudar e muito na salvação da irmã Luciana (Alinne Moraes).

Se o autor Manoel Carlos não mudar de idéia até o parto, Helena fará questão de armazenar as células-tronco do cordão umbilical de seu filho assim que ele nascer. E será com esse gesto de amor que Helena e seu bebê contribuirão para a recuperação da jovem. Isso porque essas células-tronco deverão ser utilizadas no tratamento de Luciana

Atualmente, mais de 300 doenças estão em fase final de testes no tratamento com células-tronco e os resultados têm sido muito positivos. A técnica é usada para recuperar doenças derivadas do sangue, como por exemplo, leucemias e demais anemias. Também conhecido como Terapia Celular, o tratamento está em fase de pesquisa para outras doenças, algumas na fase III (em humanos) e apresentando resultados surpreendentes, como: Diabetes tipo I, Cirrose, Insuficiência Cardíaca, Infarto, Chagas, Esclerose Múltipla, Traumatismo de Medula, Alzheimer e Parkinson, entre outras.

“É por isso que cada vez mais casais buscam coletar e armazenar as células-tronco do cordão umbilical de seus bebês. É um seguro para o tratamento de várias doenças em qualquer momento da vida. Além disso, a compatibilidade é total e a disponibilidade é imediata”, explica o doutor Alexandre Ayoub, diretor do Centro de Criogenia Brasil. Com as células-tronco, já é possível fazer tratamentos estéticos, transplante de córnea e reposição de tecidos lesados por quimioterapia ou radioterapia. No futuro espera-se reconstituir órgãos inteiros com células-tronco, não dependendo mais de transplante.

Preocupados com o futuro de seus filhos, a cada mês, muitos casais coletam as células-tronco de seus bebês. A procura cresce anualmente, com a difusão da importância e dos benefícios de se armazenar as células-tronco do cordão umbilical. Além de serem 100% compatíveis com o bebê, e terem alta compatibilidade com os pais e irmãos, as células-tronco coletadas no nascimento podem ser criopreservadas indefinidamente, em Nitrogênio líquido, a -196º C e o procedimento é totalmente não invasivo.


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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.