Business Games a nova ferramenta de treinamento corporativo

O uso de simuladores empresariais é baseado na constatação de que pessoas aprendem muito mais e melhor fazendo. Assim como pilotos de avião ou de Fórmula 1 praticam exaustivamente antes de mostrar suas habilidades no mundo real, os simuladores servem como campos de prática semelhantes ao ambiente empresarial, onde as pessoas podem antecipar a experiência real em ambientes simulados.
Na imagem você vê a tela de uma dos games mais utilizados nos EUA, é possivel observar as diversas áreas de trabalho.
As duas principais aplicações dos simuladores empresariais são em treinamento e tomada de decisão. Em atividades de treinamento surgem os “novatos experientes”, pessoas que antecipam a experiência prática antes mesmo de chegar à realidade, ao transportarem os conceitos aprendidos em palestras para ambientes simulados muito semelhantes aos reais. “Em tomada de decisão o ambiente simulado testa se os direcionamentos planejados vão realmente produzir os resultados planejados e alternativas podem ser exploradas com o benefício de usar o botão “voltar” sem qualquer prejuízo ao negócio”, explica Leonardo Reis, sócio e diretor da Aennova, empresa brasileira que vem se firmando no mercado como grande produtora dos similadores empresariais.
Os simuladores empresariais possuem características bastante atrentes:
1. São customizados para a demanda específica de cada cliente, o que facilita no transporte das aprendizagens para a realidade da organização, e também na compatibilidade da aplicação com a estrutura de hardware e software existente.
2. Possuem sofisticado embasamento científico, permitindo a reprodução de ambientes de alta complexidade. Em sua equipe a empresa possui perfis diversificados, incluindo a consultoria de negócios, como forma de entender a realidade da empresa, para reproduzi-la no ambiente simulado.
3. Os simuladores podem ser online ou offline, jogados por uma pessoa ou em ambiente competitivo.
Empresas como Natura, Coca-Cola e Porto Seguro já utilizam os business games na formação de seus executivos e com a popularização desta tecnologia, num curto espaço de tempo, ela deverá estar presente nas faculdades e cursos técnicos.

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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.