Serviços é o setor que mais investe em e-commerce

O comércio eletrônico brasileiro apresentou um crescimento de 25% no primeiro trimestre de 2009 e gerou um faturamento total de R$ 2,3 bilhões. Porém, de acordo com estudo divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) ontem (26), as empresas ainda não têm realizado gastos expressivos para expadir o comércio eletrônico. Ao todo, os investimentos feitos em 2008 nessa área atingiram a média de 1,34% da receita líquida das empresas.
O setor de serviços é o que mais destina verbas para o desenvolvimento do e-commerce (1,98% da receita), seguido por comércio (1,29%) e indústira (0,41%).
Segundo a FGV, houve um crescimento significativo nas transações feitas virtualmente entre as empresas e seus fornecedores. Em comparação a 2007, esse tipo de transação cresceu 59,17% no setor industrial. No comércio a alta foi de 57,89% e em serviços, de 56,01%.
Nas transações feitas com consumidores, o setor de comércio teve o maior destaque e o crescimento foi de 25,55%. Indústria e serviços seguem com uma diferença pequena, com alta de 24,89% e 24,71%, respectivamente.

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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.